Para todas
as moças entre dezesseis e vinte anos que poderiam participar da Seleção e ser um, ou seja, da realeza era um sonho.
Num país chamado Illéa, as pessoas dividiam-se em classes sociais muito bem
definidas e viviam em meio a um Estado caótico. Com a maioridade do príncipe se
aproximando, um concurso envolvendo 35
garotas com a finalidade de que este encontrasse uma princesa para si, e então
governassem juntos todo o reino, foi necessário.
Todas estavam desesperadas pela chance de
participar e ainda mais pela de serem escolhidas. Todas exceto America Singer,
uma cinco, que apesar de muito humilde não desejava a vida que lhe seria
proporcionada caso fosse selecionada e vencesse a competição. Convencida pela
mãe e por Aspen, um seis e seu amor secreto, se inscreve e por fim, apesar da
sua simplicidade e falta de esperança e
vontade, foi escolhida.
No palácio,
percebe que suas concorrentes estão ali realmente
visando o príncipe ou simplesmente a coroa. Lá faz amizade com o príncipe
Maxon, deixando bem clara a sua falta de intenção para com ele e acabam por
fazer um trato: Ele a manteria ali simplesmente em nome da amizade e para que Singer
pudesse ajudar sua família com os benefícios de sua estadia. Tudo estava bem.
Mas e se o príncipe se apaixonasse pela sua melhor amiga, como seria dali para
frente?
Bom, de
todos os livros que já li, A seleção foi
um dos que mais me surpreendeu, pois não atraiu minha atenção de imediato, mas
no fim ansiei por uma continuação à altura da curiosidade que o enredo proporciona,
sem falar no desejo de supri-la.

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